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Pesquisadores, educadores e profissionais do Direito analisam o silêncio do professorado

O debate “Fala Mestra! Fala Mestre! O silêncio do professorado na educação” tinha por objetivo elucidar as razões da ausência dos profissionais da educação no debate público sobre educação. Esta constatação, inicialmente feita pelo Observatório da Educação com base no acompanhamento da cobertura da educação na mídia (Na Mídia), demonstrou possuir múltiplas faces.

Quem opina sobre educação são os “especialistas”

Os professores não são tomados como fontes de informação ou opinião na cobertura da mídia sobre políticas educacionais. Nestes casos, o máximo que se faz é ouvir um órgão de representação da categoria, ainda assim quando as medidas afetam cargos e salários. Dois exemplos recentes: lançamento do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) e debate sobre financiamento.

Quando o silêncio pacifica

CÉLIA MARIA BENEDICTO GIGLIO

Inquietações nascidas da constatação do silêncio dos professores nas mídias deram visibilidade a uma chamada “lei anacrônica” a que estão submetidos os funcionários públicos do Estado de São Paulo; trata-se da Lei N° 10.261, de 28 de outubro de 1968 – Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado.

Acesso à informação e liberdade de expressão

PAULA MARTINS

A liberdade de expressão tem um papel vital no processo democrático. Sem um livre fluxo de informações e idéias o publico não pode formular opiniões sobre seu governo, representantes eleitos, políticas públicas e outros temas de interesse social.

“Cala a boca já morreu” ! Com a palavra, os professores

MARIA ISABEL DE ALMEIDA

“Mas o que há assim de tão perigoso por as pessoas falarem,
qual o perigo dos discursos se multiplicarem indefinidamente?
Onde é que está o perigo?” (Michel Foucault)

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